Naquela época a hemoterapia era incipiente e havia poucos especialistas em todo o Brasil. A empresa, uma das primeiras do Estado, surge como uma "divisora de águas" na profissionalização do serviço capixaba de hematologia e hemoterapia, passando a prestá-lo inicialmente para o Hospital Santa Rita de Cássia e, posteriormente, para outros estabelecimentos médicos públicos e privados.
Desde então, a empresa cresceu e evoluiu junto com o desenvolvimento da hematologia e da hemoterapia no Brasil, incorporando todas as grandes transformações da área e trazendo a evolução da medicina transfusional para o mercado local.
No final da década de 1990, a empresa passou a acompanhar a evolução das pesquisas com células-tronco no mundo e o início da criação de empresas, principalmente nos Estados Unidos, voltadas para a criopreservação dessas células como alternativa à medula óssea. Em 2004, após a consolidação e o avanço dos estudos, foi lançado, então, o primeiro serviço de congelamento de células-tronco de sangue de cordão umbilical do Espírito Santo e o quinto do Brasil.
Para viabilizar esse grande projeto, no mesmo ano ocorreu a inauguração de uma nova sede, totalmente projetada para abrigar de forma organizada e estruturada os serviços prestados, vislumbrando a decisão estratégica de se prestar novos serviços de alta tecnologia.
Em 2008, a empresa estabelece um novo marco em sua trajetória de evolução constante, iniciando o serviço de suporte ao transplante de medula óssea autogênico. Já em 2009, a empresa lança o serviço de diagnóstico de patologias hematológicas, incorporando tecnologia de citometria de fluxo, genética e biologia molecular, dando mais um passo para consolidar-se no cenário nacional como referência no desenvolvimento de soluções em terapias celulares.
Em sua trajetória, o Criobanco já atendeu milhares clientes, entre pacientes e pais que optaram por criopreservar as células-tronco de seus filhos.